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O que importa é o final

Na Bíblia temos diversos casos de homens que em certo momento de suas vidas fizeram coisas que desagradaram a Deus, e cada um deles teve um final. Um dos exemplos que temos é o de Manassés, filho de Ezequias, que tinha tudo para prosperar em sua vida e seu reino desde o começo, mas desagradou ao Senhor, Deus de seu pai. (II Cr 33.1-17)

             O nascimento de Manassés foi um milagre, já que seu pai deveria ter morrido sem deixar herdeiro algum. Um anjo do Senhor foi até Ezequias e o orientou a deixar sua casa em ordem, já que estava próxima a hora da sua morte. Ezequias, no entanto, orou, chorou e pediu ao Senhor que lhe desse mais um tempo de vida, alegando inclusive que não tinha herdeiro. Assim, o Senhor concedeu mais 15 anos a Ezequias e dois anos após esse acontecimento sua esposa deu à luz Manasses, que significa “o que faz esquecer a aflição”.

             Os 15 anos de vida que Deus havia acrescentado a Ezequias se passaram e ele morreu. Manassés passou a ser rei por volta dos 12 anos de idade. Mas Manassés em nada agradou o Senhor: construiu ídolos, edificou altares no templo do Senhor, consultou médiuns, invocou mortos, queimou em sacrifício os próprios filhos e praticou ainda muitas outras abominações aos olhos de Deus. O Senhor chegou a falar com Ele – Deus sempre encontra formas de nos advertir – , mas ele não deu ouvidos à voz de Deus. A ira do Senhor se acendeu contra Manassés e ele foi entregue nas mãos de seus adversários; o prenderam com ganchos, o amarraram com cadeias de bronze e o levaram para a Babilônia, que é um lugar de perdição.                       

            Em meio a aflição Manassés se lembrou do Deus de seu pai, orou e chorou deveras. O Senhor ouviu a voz de Manassés e achou graça nele: o livrou das mãos de seus adversários e o levou para o meio dos seus. Ao chegar em casa, a primeira coisa que fez foi reconstruir os muros da sua cidade e fazê-los ainda mais altos; depois destruiu os altares e as imagens que havia edificado. E fez com que todo o seu povo servisse ao verdadeiro Deus.

             Deus é misericordioso e pode perdoá-lo. Existem na Bíblia histórias de diversos outros homens que pecaram contra o Senhor e foram perdoados. Mas devemos nos lembrar de que toda escolha tem uma conseqüência: não podemos pecar deliberadamente, com o seguinte pensamento: “Vou pecar e vou pedir perdão para Deus, já que Ele perdoa mesmo!” Deus é misericordioso mas é justo, e conhece o nosso coração. Quando nos arrependemos realmente, não voltamos a cometer o mesmo erro.

             A forma como você começa a sua vida ou algum projeto que tem certamente é importante. Mas se você começa mal, se você se tornou um bêbado, um drogado, um viciado em jogos ou fazia qualquer coisa que sabia ser errado – ou mesmo sem saber – , Deus tem um amor que excede todo entendimento e Ele acha favor em você quando você se arrepende. Deus está sempre pronto para nos perdoar; basta abrirmos nosso coração e voltarmos para o Pai. Quando voltamos para Deus e Ele nos perdoa das nossas falhas, dos nossos pecados e nos limpa de tudo que fizemos, tudo se faz novo. Podemos ter a certeza de que se cometermos outro erro e nos arrependermos, Ele não vai nos acusar. Deus nos perdoa e ESQUECE as nossas falhas.

             Esse é o momento de se arrepender, de deixar que Deus apague a sujeira do seu passado. Ele quer abençoá-lo e fazer com que você tenha um ótimo final em tudo o que fizer.

 

                                                                               Agência DT

 

Moisés e Jesus

             Como os outros recém-nascidos, Moisés foi também parar no Nilo. Mas Moisés foi salvo pelo cesto que sua mãe fez para ele! Ele foi o primeiro de muitos do povo de Deus a passar com segurança pelas águas do julgamento para começar uma vida nova com Deus. Quando tudo parecia sem esperança, Deus escolhe um israelita comum para uma tarefa extraordinária: tirar seu povo da escravidão. Moisés foi salvo porque estava protegido em um cesto; depois foi tirado das águas pela filha do Faraó; levado para o palácio, recebeu uma educação primorosa. Deus tem mesmo um incrível senso de humor! Mas Moisés continuou sendo um israelita. Quando viu o abuso contra o seu povo, ele os defendeu. Moisés era um servo escolhido para salvar Israel, apesar de não ter ainda aprendido a servir ao Senhor com humildade. Jesus também nasceu como qualquer menino comum. Apesar de ter sido Deus desde o princípio, Ele se tornou servo. Como Moisés, Jesus foi procurado para ser morto após os seu nascimento, mas, com seus pais, escapou para o Egito (Mateus 2). E como Moisés, Ele saiu do Egito para salvar o povo de Deus. Ele era um deles. Diferente de Moisés, no entanto, Jesus morreu e ressuscitou. Ele deu-se de bom grado para salvar o seu povo do pecado. Ele é um de nós "Deus conosco".

            Pense:

            Enquanto Faraó planeja a destruição do povo de Deus, Ele age em favor da sua redenção

            Leia:

            Êxodo 2.1-15

            Ore:

            Damos-te graças, Senhor, por enviar Jesus, que se tornou um de nós. Ajuda-nos a seguir os teus passos, servindo a ti com humildade e fidelidade. Em Cristo, amém.

 

 
 
   
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