O chamado de Deus para a nossa geração
Embora o chamado de Deus para o “Ide” seja para todos, orando, enviando ou indo, são poucos os que se dispõem para uma vida de total entrega, renúncias e obediência para cumprir esta ordem.
“A fé é a certeza das coisas que se esperam e a convicção de fatos que não se vêem.” (Hebreus 11.1)
Embora o chamado de Deus para o “Ide” seja para todos, orando, enviando ou indo, são poucos os que se dispõem para uma vida de total entrega, renúncias e obediência para cumprir esta ordem. Ir por todo o mundo requer coragem e intrepidez, vida de adoração, caráter irrepreensível, “visão de águia” e ser íntimo de Deus, para entender que é através da obediência que alcançamos as promessas.
Deus sempre age assim com seus filhos. Primeiro Ele dá a ordem: “Sai da tua terra, da tua parentela e vai para uma terra que te mostrarei(...).” (Gênesis 12.1) Abraão poderia dizer que tinha mais coisas para fazer, que naquele tempo não poderia ir por causa de seu emprego ou dos pais que tanto estimava, mas Abraão conhecia a Deus, andava com Deus e sabia que precisava obedecer para que fosse abençoado. Quando Deus escolhe alguém para fazer diferença no seu reino, Ele prova nossa fé e nossa disposição em cumprir os seus planos.
Deus quer levantar em nossa geração um exército de homens e mulheres que andem com Deus e tenham o coração de Deus pelos não alcançados; que sejam amigos de Deus e de suas visões. Se estudarmos mais a fundo, saberemos que durante todo o tempo de nossa história estivemos negligenciando o chamado da Igreja para ir às nações e fazer discípulos. Os mórmons, por exemplo, têm como regra enviar todos os jovens, quando completam dezenove anos, para evangelizarem o mundo. Tanto investimento para nada: não é pregada a palavra de Deus, trabalham em vão.
A verdade é que não temos mobilizado os jovens para um ano de entrega ao Senhor; quanto mais a uma vida toda para cumprir os planos de Deus. Os pais não liberam seus filhos; egoisticamente os colocam numa redoma e impedem que eles realizem o cumprimento do maior sonho de Deus, que é alcançar todos os povos, línguas e nações. Investir alto requer muita coragem, mas se prepararmos, equiparmos e capacitarmos estes jovens, eles poderão alcançar grandes planos.
Deus nos tem dado uma visão para cumprirmos este chamado, para que esta obra se realize. Temos entendido que Ele está cansado de pequenos investimentos pessoais, materiais e de tempo para que sua obra seja realizada com eficácia. Se é a obra de Deus, o nome do Todo-Poderoso tem que ser algo eficiente em nossas vidas para detonar com o inferno e suas possíveis intenções de ataques. Não podemos colocar Deus nos limites humanos, pois Ele e sua obra são ilimitados e precisam de homens e mulheres que têm suas vidas em um alicerce de fé, para verem o que, para Deus, é possível.
Se para Deus é possível levantar um grande exército de jovens para impactarem as nações, a começar da nossa, por que pensamos ser tão impossível? Pode ser que nos custe a vida, mas ela não é mesmo nossa; então o que temos a perder? Será que não somos capacitados para cumprir, de uma vez por todas, este mandamento? Ou teremos que deixar os outros fazerem o papel da evangelização mundial? “Este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo em testemunho a todas as nações. Então virá o fim.”
Tornando-nos sensíveis a esta palavra e ao coração de Deus, nos dispomos a cumprir os seus maiores sonhos para alcançarmos os mais remotos lugares da terra e os povos mais difíceis. A estes temos como responsabilidade levar a mensagem de salvação.

|
 |
 |