29/07/2010 23:16:54
 
 

“Não importa o que vão pensar de mim?”

Estilo underground é cada vez mais presente nas igrejas

A revista Cristã (edição nº 19, dezembro de 2003, Belo Horizonte), trouxe como matéria de capa um assunto, diga-se de passagem, polêmico: “Os undergrounds de Cristo” – tribos urbanas que estão cada vez mais presentes nas igrejas evangélicas.

Hoje, é comum vê-los adentrar na Casa de Deus usando brincos, alargadores de orelhas, tatuagens, correntes e piercings.

Para alguns evangélicos, mais tradicionais, o fato causa espanto e traz uma série de discussões, pois para quem se habituou ao terno e a gravata, as tatuagens assustam; o cabelo comprido – espetado ou colorido –, chama atenção; piercing no nariz, na língua... nem se fala! É polêmica na certa.

Mas, concordem ou não, este estilo é uma realidade no meio da Igreja e não dá para fingir que ele não exista e que está crescendo cada vez mais. Este é o estilo de uma moçada que parece não se importar com o que as pessoas vão dizer ou pensar a respeito deles. Muitos chegam a declarar: “Não importa o que vão pensar de mim, eu quero é Deus”. Para eles, o que importa é que metaleiros, góticos, punks e tantos outros grupos ouçam a Palavra do Senhor, nem que para isso sejam reprovadores pelos mais conservadores.

Veja abaixo, de acordo com informações da revista Cristã, algumas das principais comunidades cristãs alternativas:

Caverna de Adulão (BH);
Comunidade Zadoque (SP,RJ, Curitiba-PR, Acre e Portugal);
Ministério Metanóia (RJ);
Igreja Bola de Neve (SP capital, Niterói – RJ e Florianópolis);
Cristian Metal Force (Brasília).

Estas comunidades são apenas algumas das diversas espalhadas em todo o Brasil e que vêm ganhando força e adeptos de todas as idades.


 

 
 
   
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