Em Mim acharei descanso
“Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mateus 11.29)
Descanso para a alma é a bênção que menos experimentamos. Sempre preocupados, ansiosos e cheios de expectativas, assim sobrevivemos. "Temos que fazer", "temos que agradar", "precisamos conquistar", "queremos adquirir", "temos que aparecer". Entretanto, uma das mais lindas e ao mesmo tempo árduas lições da vida é saber que a humildade não é apenas uma graça ou virtude como outras, mas é a raiz de todas; somente ela toma a atitude correta diante de Deus e permite que Ele faça tudo.
“Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mateus 11.29)
Descanso para a alma é a bênção que menos experimentamos. Sempre preocupados, ansiosos e cheios de expectativas, assim sobrevivemos. "Temos que fazer", "temos que agradar", "precisamos conquistar", "queremos adquirir", "temos que aparecer". Entretanto, uma das mais lindas e ao mesmo tempo árduas lições da vida é saber que a humildade não é apenas uma graça ou virtude como outras, mas é a raiz de todas; somente ela toma a atitude correta diante de Deus e permite que Ele faça tudo.
Quando nos encontramos com o Senhor, ficamos surpresos com a realidade do que somos. O Senhor lança Sua luz sobre nós e nos permite ver claramente o tamanho de nossas feridas e a sujeira de nossas vestes. Só nos resta a rendição a Ele, suplicando por Sua graça, perdão e amor. A partir daí prosseguimos a caminhada, e agora com as feridas saradas e as vestes limpas.
Mas sem perceber afastamo-nos da luz novamente, e começamos a tropeçar em nossa auto-suficiência, nosso ego e nossa falsa espiritualidade. Agimos em direção oposta ao que o apóstolo Paulo nos ensina em Romanos 12.16 nos tornamos sábios aos nossos próprios olhos; em Gálatas 5.13 não somos servos uns dos outros pelo amor; e em Filipenses 2.3 fazemos tudo por partidarismo ou vanglória, considerando os outros inferiores a nós mesmos. Buscamos elogios, aprovação, olhares de admiração e novamente nos tornamos sujos e cheios de feridas profundas. Se formos reprovados, nossa alma geme; se outro é elogiado ou honrado em nosso lugar, nossa alma inveja; se outro é preferido e nós somos esquecidos, nossa alma experimenta o tormento do orgulho ferido algo que não ocorreria se, ao invés de ferido, nosso orgulho já estivesse morto.
Desde o Seu nascimento, a humildade sempre foi o foco principal de Jesus. “Pois Ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a se mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz” (Filipenses 2.6-8).
No início de Seu ministério, no sermão do monte, Ele compartilhou conosco a primeira das bem-aventuranças:
“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mateus 5.3).
Aos seus discípulos, que disputavam quem seria o maior no reino dos céus, o Senhor Jesus respondeu: “Porque aquele que entre vós for o menor de todos, esse é grande” (Lucas 9.48b). Após ter lavado os pés dos discípulos, Jesus os ensinou: “Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros” (João 13.14). E, finalmente, em seu irresistível convite à toda raça humana: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mateus 11.28,29).
Que nossos olhos sejam novamente abertos para o nosso real estado; que possamos nos arrepender e voltar para a luz, onde podemos sempre ver claramente que nada temos de nós mesmos e que somos eternamente dependentes do amado de nossas almas.

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